Biometria
Método automatizado de identificação e validação de indivíduos baseado em características biológicas únicas e mensuráveis, tais como impressões digitais, geometria facial ou padrão vascular.
Guia completo de termos técnicos da engenharia de acesso físico e segurança eletrônica para síndicos, administradores prediais e gestores corporativos.
Método automatizado de identificação e validação de indivíduos baseado em características biológicas únicas e mensuráveis, tais como impressões digitais, geometria facial ou padrão vascular.
Representação matemática criptografada e irreversível gerada a partir dos pontos característicos (minúcias) de uma face ou impressão digital. Não armazena a imagem fotográfica real, garantindo conformidade com a LGPD.
Tecnologia óptica e algorítmica utilizada em leitores faciais para distinguir um rosto humano vivo real de tentativas de fraude com fotos impressas, vídeos em telas de celular ou máscaras de silicone.
Identificação por radiofrequência sem contato. Utiliza ondas eletromagnéticas para ler dados gravados em chips instalados em cartões de proximidade, chaveiros de tag ou etiquetas adesivas.
Padrão internacional de cartão inteligente sem contato (smart card) de alta frequência que opera com setores de memória protegidos por chaves criptográficas (Crypto-1 ou AES), impedindo clonagens simples comuns em cartões antigos de 125 kHz.
Faixa de radiofrequência (geralmente entre 902 e 928 MHz no Brasil) que permite leitura veicular de longo alcance (de 3 a 8 metros), amplamente empregada em tags coladas no para-brisa para automação de cancelas e portões.
Padrão tradicional de comunicação unidirecional entre leitoras de acesso (biometria ou cartão) e controladoras, transmitindo dados através de dois condutores de pulso elétrico (Data 0 e Data 1).
Padrão moderno, bidirecional e supervisionado de comunicação entre leitores e controladoras. Conta com criptografia AES-128 e monitora constantemente se a fiação ou o leitor foi violado fisicamente.
Hardware central dedicado (placa de processamento) responsável por armazenar as regras de acesso, tabelas de permissões e horários, validar os dados enviados pelos leitores e acionar relés de fechaduras ou cancelas.
Dispositivo composto por uma bobina eletromagnética e uma placa metálica (bloco de atrito). Mantém a porta travada através de força magnética contínua (ex: 150 kgf a 300 kgf) sem peças mecânicas móveis.
Modo de operação de segurança em que o dispositivo destrava automaticamente na ausência de energia elétrica. É a configuração padrão de fechaduras eletroímã para assegurar evacuação desimpedida em emergências.
Modo de operação em que o dispositivo permanece travado na ausência de eletricidade, exigindo acionamento por chave mecânica para abertura. Indicado para ambientes de alta retenção patrimonial restrita.
Equipamento sofisticado de controle de passagem com barreiras de acrílico ou vidro retráteis que se recolhem suavemente para dentro do gabinete após a autenticação, oferecendo alta velocidade e design nobre.
Barreira física mecânica de alta segurança que vai do chão ao teto (geralmente mais de 2 metros de altura) com braços giratórios que impedem totalmente que uma pessoa pule ou passe por baixo do bloqueio.
Dispositivo eletromecânico composto por gabinete motorizado e haste linear ou articulada, projetado para controlar a passagem seletiva de veículos em pistas de estacionamento, garagens e pátios.
Circuito condutor de cabo embutido no asfalto que detecta a variação do campo magnético provocada pela massa metálica de um veículo, impedindo que a cancela feche sobre o carro e acionando aberturas automáticas.
Tecnologia que utiliza câmeras OCR de alta definição com iluminação infravermelha para capturar e ler instantaneamente os caracteres alfanuméricos das placas de veículos, liberando cancelas de forma automatizada.
Tecnologia que permite transmitir energia elétrica e dados de rede simultaneamente através do mesmo cabo de par trançado (UTP Cat5e/Cat6), simplificando a instalação de leitoras faciais e interfones IP.
Equipamento composto por circuito retificador, inversor e baterias seladas (geralmente 12V estacionárias), responsável por manter a alimentação elétrica contínua dos sistemas de controle de acesso durante apagões na rede pública.
Sistema composto por dois portões ou portas em sequência intertravados eletronicamente. A segunda porta só pode ser destravada após o fechamento e travamento completo da primeira, evitando acessos de carona (tailgating).
Código bidimensional dinâmico ou estático gerado por aplicativo que permite aos visitantes liberar catracas e portas apontando a tela do smartphone para um leitor óptico com tempo e tentativas predeterminados.
Mecanismo mecânico-hidráulico ajustável instalado na parte superior da folha da porta para fechar a abertura de forma controlada e sem impacto brusco, garantindo o correto atraque do eletroímã.
Mecanismo de segurança instalado em catracas tripé que desarma e cai imediatamente na posição vertical em situações de emergência, disparo de alarme de incêndio ou queda de energia, liberando a rota de evacuação.
Nossa empresa-mãe, a Intelsecsul, atende Curitiba e região com soluções integradas de monitoramento patrimonial.